segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Anedotas fresquinhas

Um recente artigo no Kentucky Post informava que uma mulher, Anne Maynard, pôs um processo ao Hospital St. Luke, alegando que logo após o seu marido ter sido submetido a uma operação cirúrgica naquele hospital, ele tinha perdido por completo o interesse em ter sexo com ela.
Um representante do hospital respondeu: 
"Estimada senhora Maynard: O seu marido foi admitido em Oftalmologia, e tudo o que fizemos foi corrigir a miopia dele.”


Num autocarro, um padre sentou-se ao lado de um bêbado que, com dificuldade, lia o jornal. De repente, com a voz "empastada", o bêbado perguntou ao padre:- O senhor sabe o que é artrite? O pároco logo pensou em aproveitar a oportunidade para passar um sermão no bêbado e
respondeu:- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras:
excesso de consumo de álcool, certamente mulheres perdidas, promiscuidade, sexo, farras e outras coisas que nem ouso dizer. O bêbedo arregalou os olhos, calou-se e continuou lendo o jornal. Pouco depois o padre, achando que tinha sido muito duro com o bêbado, tentou amenizar:
- Há quanto tempo o senhor está com artrite?
- Eu? Eu não tenho artrite!...
Diz o jornal que quem tem é o Papa!

Uma advogada andava em alta velocidade pela cidade com seu BMW topo de gama, quando foi parada pela polícia:
Guarda: - A senhora estava em excesso de velocidade, por favor, a sua carta.
Advogada: - Está vencida.
Guarda: - O documento do carro.
Advogada: - O carro não é meu.
Guarda: - A senhora, por favor, abra o porta-luvas.
Advogada: - Não posso, tem lá um revólver que usei para roubar este carro.
Guarda (já bastante preocupado): Abra o porta-malas!
Advogada: - Nem pensar! na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.
O guarda, vendo-se diante das circunstâncias , resolve chamar o Sargento.
Chegando ao local o Sargento dirige-se à advogada:
Sargento: - Carta de condução e documento do carro por favor!
Advogada: - Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a carta está regular.
Sargento: - Abra o porta-luvas!
Advogada (tranquilamente...) : - Como vê só tem alguns papéis.
Sargento: - Abra o porta-malas!
Advogada: - Certo, aqui está... como vê, está vazio.
Sargento (constrangido): - Deve haver aqui algum equívoco, o meu subordinado me disse que o senhora não tinha carta, que não era a dona do carro pois o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, de uma mulher cujo corpo estava no porta malas.
Advogada: - Só falta agora esse sacana dizer que eu estava em excesso de velocidade!!!


O Zéquinha escreveu numa redação para a escola que o gato não "cabeu" no buraco. A professora, de castigo, mandou-o escrever 20 vezes no quadro a palavra "coube". Quando ele terminou, a professora contou as palavras e comentou:
- Mas tu só escreveste 19 vezes, Zéquinha!
- É que a outra já não "cabeu", senhora professora!

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